Antes de escrever, quero dizer umas poucas palavras sobre a história que estou escrevendo: é um romance, totalmente amador, baseado em fatos reais. Qualquer semelhança com a sua vida será mera conhecidência... ou talvez não :P
Qualquer erro, por favor, aponte pelos comentários, ou entrem em contato comigo. Detalhe: os primeiros capítulos foram escritos quando eu estava na 6ª série, então perdoem o modo que utilizei para escrever, eu prefiro deixar mal escrito do que perder a originalidade deles.

(Créditos da capa: Vini Dogg LL & Baixaki)
Capítulo 1 - A Menina do 12
Todas as pessoas viajam, muitas vezes no final do ano. É o caso da pessoa desta história. Ele sempre viaja no final do ano, para a praia e, geralmente, antes do começo das aulas.
Dia 18 – quinta-feira.
Mal podendo esperar pelo domingo, para poder viajar, como em todas as férias. Muito empolgante, verão, praia, mar e diversão, como sempre.
Sempre muito divertido e a única coisa ruim era ter que voltar para casa.
Dia 19 - sexta-feira.
Apenas dois dias e a diversão começaria. Todos muito empolgados para aquele verão.
Dia 20 - sábado.
A surpresa, a viagem começa mais cedo, em algumas horas estamos todos lá, mesmo que o apartamento ainda não esteja desocupado, mas, quem liga, pois o que vale na viagem não só vale o final dela, mas todo o caminho. E esse caminho foi um dos melhores. Assim que se foi atingido o último andar, a caminho do apartamento, ali começa. Não conhecemos, nem mesmo seu nome, mas aquele olhar foi o suficiente, o suficiente para começar ali uma paixão.
Aquele que acha que amor à primeira vista não existe, deve achar de novo, porque ali o amor fluiu na veia de duas pessoas estranhas entre si.
Dia 21 - domingo.
Um dia chuvoso. Mas ali foi tirado proveito. Assim que do mar saiu, a chuva que caiu atrapalhou? Não. Pois assim não sairia da água e nem teriam passado por mais um encontro. Último andar lá vai e outra vez, lá esta ela, nas cadeiras de praia. Assim ela retira as cadeiras para poderem passar. Isso já foi o suficiente por um dia, o suficiente para não se comentar mais nada o dia inteiro, nada além dela. Era amor de verdade.
Dia 22 - segunda-feira.
O pior dia, mas mesmo assim o melhor. Já teve a sensação de que algo bom vai lhe acontecer e que algo ruim também vai acontecer? Foi exatamente o que aconteceu.
Sol nem forte nem fraco, perfeito, na verdade, até um pouquinho forte, a ponto de fazer as costas arderem um pouco. Logo ela, estava entrando na praia, de biquíni, aquele tipo de pessoa que vai à praia para brincar na areia e tomar sol. Mas por pouco tempo isso dura, pois ela entra, ele sai. Mas ela passa correndo. Como qualquer pessoa, menos para ele. Ele faz de tudo, fica olhando e disfarçando, mas aquela visão for por pouco tempo, ela logo se foi. Deve estar se perguntando, porque foi um dos dias mais tristes? Foi no final dele. Ele no apartamento e vem uma triste noticia. Ele acabou descobrindo que era o último dia de sua amada na praia, hoje mesmo iriam embora. Ainda tinha tempo.
A felicidade veio como uma pipa naquele dia, literalmente. Pois foi com a pipa que ele ficou mais feliz nessa viagem. Alguém foi cortado. Tantos edifícios, a pipa escolheu o dele. Nada melhor que o próprio pai da garota, mas ele pegou somente a pipa. A linha dela acabou caindo em seu apartamento. O que ele faria com a linha se não trousse pipa? Ele pegou uma simples sacola e amarrou a linha nela. Alguns minutos foram o suficiente para que ela subisse em seu apartamento e gentilmente lhe oferecer uma pipa. Na hora ele pensou em soltá-la. Mas não, ele queria guarda-la. Em poucos minutos eles iriam embora e ele perderia o amor de sua vida se não fizesse algo. Ele não fez. Foi o dia mais triste, porque ela foi embora para e talvez para sempre. E a única coisa que se lembrara é seu nome: Mariana.
Dia 23 - terça-feira
Ele tristemente acorda, pois sabia que se saísse até o apartamento dela, saberia que não teria ninguém.
Foi nesse dia que a gota d’água fez o copo transbordar, aquele mormaço, cadê o sol? Não estava lá. Ele aproveitara a água, mas sem sol não daria. Resolveu ir embora. Com somente ela na cabeça ele chegou em casa. E talvez aquela paixão forte nunca mais apareça, até sem esperanças ele ficou.
Dia 18 – quinta-feira.
Mal podendo esperar pelo domingo, para poder viajar, como em todas as férias. Muito empolgante, verão, praia, mar e diversão, como sempre.
Sempre muito divertido e a única coisa ruim era ter que voltar para casa.
Dia 19 - sexta-feira.
Apenas dois dias e a diversão começaria. Todos muito empolgados para aquele verão.
Dia 20 - sábado.
A surpresa, a viagem começa mais cedo, em algumas horas estamos todos lá, mesmo que o apartamento ainda não esteja desocupado, mas, quem liga, pois o que vale na viagem não só vale o final dela, mas todo o caminho. E esse caminho foi um dos melhores. Assim que se foi atingido o último andar, a caminho do apartamento, ali começa. Não conhecemos, nem mesmo seu nome, mas aquele olhar foi o suficiente, o suficiente para começar ali uma paixão.
Aquele que acha que amor à primeira vista não existe, deve achar de novo, porque ali o amor fluiu na veia de duas pessoas estranhas entre si.
Dia 21 - domingo.
Um dia chuvoso. Mas ali foi tirado proveito. Assim que do mar saiu, a chuva que caiu atrapalhou? Não. Pois assim não sairia da água e nem teriam passado por mais um encontro. Último andar lá vai e outra vez, lá esta ela, nas cadeiras de praia. Assim ela retira as cadeiras para poderem passar. Isso já foi o suficiente por um dia, o suficiente para não se comentar mais nada o dia inteiro, nada além dela. Era amor de verdade.
Dia 22 - segunda-feira.
O pior dia, mas mesmo assim o melhor. Já teve a sensação de que algo bom vai lhe acontecer e que algo ruim também vai acontecer? Foi exatamente o que aconteceu.
Sol nem forte nem fraco, perfeito, na verdade, até um pouquinho forte, a ponto de fazer as costas arderem um pouco. Logo ela, estava entrando na praia, de biquíni, aquele tipo de pessoa que vai à praia para brincar na areia e tomar sol. Mas por pouco tempo isso dura, pois ela entra, ele sai. Mas ela passa correndo. Como qualquer pessoa, menos para ele. Ele faz de tudo, fica olhando e disfarçando, mas aquela visão for por pouco tempo, ela logo se foi. Deve estar se perguntando, porque foi um dos dias mais tristes? Foi no final dele. Ele no apartamento e vem uma triste noticia. Ele acabou descobrindo que era o último dia de sua amada na praia, hoje mesmo iriam embora. Ainda tinha tempo.
A felicidade veio como uma pipa naquele dia, literalmente. Pois foi com a pipa que ele ficou mais feliz nessa viagem. Alguém foi cortado. Tantos edifícios, a pipa escolheu o dele. Nada melhor que o próprio pai da garota, mas ele pegou somente a pipa. A linha dela acabou caindo em seu apartamento. O que ele faria com a linha se não trousse pipa? Ele pegou uma simples sacola e amarrou a linha nela. Alguns minutos foram o suficiente para que ela subisse em seu apartamento e gentilmente lhe oferecer uma pipa. Na hora ele pensou em soltá-la. Mas não, ele queria guarda-la. Em poucos minutos eles iriam embora e ele perderia o amor de sua vida se não fizesse algo. Ele não fez. Foi o dia mais triste, porque ela foi embora para e talvez para sempre. E a única coisa que se lembrara é seu nome: Mariana.
Dia 23 - terça-feira
Ele tristemente acorda, pois sabia que se saísse até o apartamento dela, saberia que não teria ninguém.
Foi nesse dia que a gota d’água fez o copo transbordar, aquele mormaço, cadê o sol? Não estava lá. Ele aproveitara a água, mas sem sol não daria. Resolveu ir embora. Com somente ela na cabeça ele chegou em casa. E talvez aquela paixão forte nunca mais apareça, até sem esperanças ele ficou.
Espere, o que foi que a mente lhe veio nesse momento, se não uma das melhores idéias? Como de internet ele é interessado, porque não procurar no orkut? Seu nome digitou e se pôs a procurar milhares de páginas atrás dela. Ninguém sabe ao certo o que aconteceu depois, só se sabe que se ele a achar, será um amor para toda a vida, se não, ficará marcado no coração para sempre, com uma ferida que, além de não cicatrizar e curar, não pode ser esquecida. E talvez em um ano ele volte para o apartamento alugado e encontre-a novamente, para que possa fazer aquilo que da primeira vez não fez.